terça-feira, 22 de maio de 2012

Nossa Âncora em Tempos de Tempestade




Nossa Âncora em Tempos de Tempestade
Texto: Hebreus 6:17-20
Introdução: Há muitas tempestades diferentes na vida. Você pode estar enfrentando um conflito no trabalho, problemas financeiros, ou perda de emprego. Você pode estar lutando com problemas de saúde ou uma relação difícil. O Pai não promete livrar-nos de todas as adversidades. Mas Ele nos deu as Escrituras para o nosso encorajamento e conforto. A Palavra de Deus é uma âncora firme em tempos de tempestade. No meio da miséria e dor, podemos confiar na Bíblia para a estabilidade, orientação e segurança que precisamos.
I. Qual é a causa das tempestades?
A. Podemos trazer a adversidade para nós mesmos, através do pecado, pobre juízo, ou falta de experiência.
B. Algumas dificuldades são causadas pelo mal de outras pessoas.
C. Satanás traz dificuldades na tentativa de nos afastar do Senhor.
D. O Senhor pode causar algumas adversidades. Se a tempestade é Dele, Ele sempre vai usá-la para o nosso bem.
II. Quais são os propósitos de Deus nas tempestades? Ele quer…
A. Chamar a nossa atenção. Quando perdemos a nossa paixão pelo Pai, Ele pode usar problemas e dificuldade para ganhar o nosso foco.
B. Purificar-nos do pecado. Por meio de tempestades, Deus pode chamar a atenção para as áreas de nossas vidas que não são agradáveis ​​a ele.
C. Levar-nos a render-se a ele. O Pai quer que você afrouxe seu aperto em algo que você entesourou, porque Ele tem outra bênção em mente para você.
D. Nos transformar à Sua imagem. Com a adversidade, o Senhor refina nosso caráter e nos torna mais semelhantes a Cristo (Romanos 8:29).
E. Equipar-nos para servi-Lo. Se você permanecer perto do Pai, as dificuldades irão purificar o seu coração e realinhar sua vida com a Sua vontade
III. O que torna a Bíblia uma âncora para as nossas vidas?
A. É o registro da revelação que Deus desenvolveu de si mesmo Deus através da Palavra falada, natureza, história e, finalmente, a vinda de Seu Filho Jesus Cristo ao mundo.
B. Mais importante, nós sabemos quem é Deus, pois vemos como Jesus viveu (João 14:9-10).
C. A Bíblia é infalível e inerrante, que simplesmente significa que é sem erro. Deus deu a nós como um guia.
IV. Como a Palavra de Deus âncora nos momentos de tempestade?
A. Ela nos conforta. No meio da angústia e da luta, tente ler o Livro dos Salmos. Por exemplo, veja Salmo 57:1-3.
B. Ela nos lembra das promessas de Deus. As escrituras nos asseguram a presença do Senhor, poder e provisão em nossas vidas. (Veja Mateus 11:28 e Josué 1:8-9).
C. É uma bússola para a nossa vida (Provérbios 3:5-6).
D. Ela nos ensina como o Pai trabalha. Ler sobre os santos nos ensina a tomar decisões sábias, e as histórias de rebelião de Israel nos ajuda a evitar erros semelhantes (1 Coríntios 10:1-13).
E. Ela nos dá a perspectiva de Deus. Ao estudar como Ele usou a adversidade na vida dos personagens bíblicos, podemos entender melhor como Ele pode querer usar as nossas lutas atuais.
VI. Como a Bíblia funciona como uma âncora?
A. Você deve lê-la. Assim como âncora de um navio não serve para nada se não for lançada, a Palavra de Deus não pode encorajá-lo a menos que você tome tempo para estudá-la.
B. Você deve meditar sobre ela. Pensar sobre as promessas do Senhor e como Ele provou Sua fidelidade para os crentes no passado.
C. Acreditar no que ela diz. Se você permitir a si mesmo duvidar das promessas de Deus, você nunca vai receber tudo o que Ela tem para você.
D. Aplique-a a sua própria vida; primeiro; não a vida de outra pessoa.
E. Você deve estar disposto a obedecê-la.
Conclusão: Você e eu vivemos em uma era má, ímpia. A menos que estejamos ancorados, vamos a deriva em nossa devoção ao Senhor. Então, se ancore à Sua Palavra. Ela vai te confortar; lembrá-lo de suas promessas, revelar os seus caminhos, e atuar como uma bússola moral. Mais importante, vai renovar a sua mente com Sua perspectiva eterna. Independentemente das tempestades que vêm, você pode resisti-las com confiança, ancorado na rocha sólida de Jesus Cristo.
Pr. Aldenir Araújo
Fonte: O Pregador Fiel

segunda-feira, 21 de maio de 2012

Para Onde Olhar Quando Você Está em Aflição Sermão Consolador sobre: "Para Onde Olhar Quando Você Está em Aflição"

Na igreja evangélica aconteceu uma mudança referente à maneira como pensamos no evangelho. Esta mudança não é desconectada da vida real. Ela nos afeta na vida cotidiana.
Em sua obra Paul: An Outline of His Theology (Paulo: Um Esboço de Sua Teologia), o famoso teólogo holandês Herman Ridderbos (1909-2007) resume esta mudança, que aconteceu depois de Calvino e Lutero. Foi uma mudança grande, mas sutil, no foco da salvação, movendo-o da realização externa de Cristo para a nossa apropriação interna:
Em Calvino e Lutero toda a ênfase recaía no evento redentor que aconteceu na morte e ressurreição de Cristo. Posteriormente, sob a influência do pietismo, do misticismo e do moralismo, a ênfase mudou para a apropriação pessoal da salvação dada em Cristo e para seu efeito moral e místico na vida do crente. Em harmonia com isso, na história da interpretação das epístolas de Paulo, o centro de gravidade mudou, cada vez mais, dos aspectos judiciais para os aspectos espirituais e éticos da pregação de Paulo. E surgiu uma concepção totalmente diferente das estruturas que fundamentam a pregação de Paulo.
Donald Bloesch fez uma observação semelhante quando escreveu: “Entre os evangélicos, maior atenção é dada não à justificação dos ímpios (que era o motivo básico da Reforma), e sim à santificação dos justos”.
Essa mudança veio acompanhada de uma nova ênfase na vida interior do indivíduo. A questão subjetiva “O que eu estou fazendo?” se tornou mais predominante do que a questão objetiva “O que Jesus fez?” Como resultado disso, gerações de crentes aprenderam que o cristianismo era primariamente um estilo de vida; que a essência de nossa fé se centralizava em “como vivemos”; que o verdadeiro cristianismo era demonstrado na mudança moral que aconteceu no interior daqueles que tinham um “relacionamento pessoal com Jesus”. Portanto, nossas realizações constantes por Jesus, e não o que Jesus fez perfeitamente por nós, se tornaram a ênfase de sermões, livros e conferências. O que eu preciso fazer e quem eu preciso ser se tornaram o fim principal.
Creiamos nisso ou não, a mudança de foco, do aspecto “judicial para o espiritual”, do exterior para o interior, desencadeia consequências práticas.
Quando estamos à beira do desespero, olhando para o abismo de trevas, experimentando uma noite sombria da alma, voltar-nos para a qualidade interior de nossa fé não nos trará esperança, nem livramento, nem alívio. Frequentemente, a nossa pregação (e o nosso aconselhamento) equivale a dar instruções de natação a um homem que está se afogando: “Patinhe mais forte, mexa as pernas mais rápido”. Supomos que as pessoas têm o poder interior de fazer as escolhas certas, por isso nós as levamos para dentro de si mesmas. (Interessantemente, Martinho Lutero definiu o pecado como “a humanidade voltada para dentro de si mesma”). No entanto, como muitas pessoas já sabem, toda resposta interior fracassará dentro delas mesmas. Voltar-nos para o objeto exterior de nossa fé, ou seja, Cristo, e sua obra consumada em nosso favor é o único lugar onde achamos paz, orientação e ajuda. Em vez de direcionar-nos para algo dentro de nós, o evangelho sempre nos direciona a algo, a Alguém, fora de nós, onde achamos a segurança que tanto desejamos em tempos de dúvida e desespero. A segurança que anelamos quando tudo parece destroçar-se não virá em descobrirmos o consagrado “herói interior”, mas somente em compreendermos que, não importando como nos sentimos ou o que estamos sofrendo, já fomos descobertos pelo “Herói exterior”.
Como Sinclair Ferguson escreveu em seu livro The Christian Life (A Vida Cristã): “A verdadeira fé obtém seu caráter e sua qualidade do seu objeto e não de si mesma. A fé tira uma pessoa de si mesma e a leva a Cristo. Sua força, portanto, depende do caráter de Cristo. Até aqueles de nós que têm fé fraca possuem o mesmo Cristo poderoso que os outros crentes possuem!”
Por meio de seu Espírito, a contínua obra de Cristo em mim consiste em seu constante e diário trazer-me de volta à sua obra consumada por mim. A santificação se satisfaz na justificação, e não o contrário. O evangelho é as boas novas que anunciam a infalível dedicação de Cristo a nós, apesar de nossa falta de dedicação a ele. O evangelho não é uma ordem de nos segurarmos em Jesus. Pelo contrário, o evangelho é uma promessa de que, não importando quão fraca seja a nossa fé em tempos de depressão espiritual, Deus está sempre nos segurando.
Martinho Lutero usava uma expressa para se referir ao perigo que surge de colocarmos nossa esperança em qualquer coisa que há em nosso interior: monstrum incertitudinis (o monstro da incerteza). É um perigo que, desde a Queda, sempre aflige os cristãos, mas aflige especialmente os cristãos de nossa época altamente subjetivista. É um monstro que só pode ser destruído pelas promessas exteriores de Deus em Jesus.
Romanos 5.1 diz: “Justificados, pois, mediante a fé, temos paz com Deus por meio de nosso Senhor Jesus Cristo”. Esta é uma paz genuína, edificada sobre uma mudança real em nossa posição diante de Deus – da posição de culpados diante de Deus, o juiz, para a posição de justos diante de Deus, nosso Pai. Esta é a segurança objetiva até do mais fraco dos crentes. É uma paz que descansa totalmente no fato de que já “fomos reconciliados com Deus mediante a morte do seu Filho” (v. 10); fomos justificados diante de Deus, de uma vez por todas, por meio da fé na obra consumada de Cristo. Esta paz produzirá sentimentos verdadeiros e ação resoluta. No entanto, esta paz com Deus, que Paulo descreve, repousa seguramente na obra de Cristo por nós, fora de nós. A verdade é esta: quanto mais eu olho para meu próprio coração em busca de paz, tanto menos a encontro. Por outro lado, quanto mais eu olho para Cristo e suas promessas em busca de paz, tanto mais a encontro.
Então, quando pressionados por todos os lados, olhemos para cima. Na administração de Deus, a única saída é sempre para cima, e não para dentro.
Autor: Tullian Tchividjian

Fonte: http://estudos.gospelprime.com.br

domingo, 20 de maio de 2012

Sodoma e Gomorra podem ter sido destruídas por uma chuva de cometas


Pesquisador lança livro que tenta oferecer explicações cientificas para o ocorrido
por Jarbas Aragão


Sodoma e Gomorra podem ter sido destruídas por uma chuva de cometas
A Bíblia diz em Gênesis 19: 24 que Deus destruiu Sodoma e Gomorra com uma “chuva de fogo e enxofre”. Porém, recentemente a NASA tem procurado responder a questões como “Existe uma explicação plausível sobre o que a Bíblia diz sobre Sodoma e Gomorra? O enxofre e o fogo que caíram do céu e a esposa de Ló transformar-se em estátua de sal possuem uma base científica?”.
O doutor John S. Lewis, professor emérito de ciências planetárias da Universidade do Arizona e co-diretor do departamento de pesquisa do curso de Engenharia Espacial da Universidade do Arizona, afirmou acreditar que a destruição de Sodoma e Gomorra foi causado por cometas.
Vários outros astrônomos acreditam que a destruição das cidades está relacionada com a atividade de um cometa. John Lewis defende sua tese de “bombardeio cósmico” em seu livro: Rain of Fire and Ice: The Very Real Threat of Comet and Asteroid Bombardment [Chuva de Fogo e Gelo: A ameaça real do bombardeio de cometas e asteroides].
“A chuva de fogo do céu poderia ser a descrição dos danos causados pela desintegração de um cometa caído na atmosfera terrestre sobre essas cidades antigas. Grandes pedaços de material rochoso e gelo caindo do céu teriam a aparência de uma “chuva de fogo”. Além disso, o material dos cometas é rico em enxofre. Até mesmo uma queda de pequenos meteoritos pode causar um cheiro de enxofre tão forte que afogaria qualquer um”, explicou o cientista.
Poucos comentaristas bíblicos entendem qual o verdadeiro significado da descrição de fogo e enxofre caindo do céu. A atividade vulcânica não poderia ser usada para explicar o fogo e enxofre, pois não existem formações vulcânicas na região. Tentando explicar esta frase, alguns dizem que a destruição de Sodoma e Gomorra foi causada por um terremoto e o gás metano liberado, de alguma forma, pegou fogo, gerando explosões em depósitos de enxofre e alcatrão encontrados nos locais que as chamas chegaram até o céu.
No entanto, uma atividade sísmica deste tipo não tem precedentes e seria implausível em termos de geologia. Segundo a astronomia e a literatura antiga, a expressão “fogo caindo do céu” é simplesmente uma frase descritiva.  “Fogo do céu” poderia ser uma descrição exata de um material cósmico (meteorito , asteroide ou cometa) queimando ao entrar na atmosfera da Terra.
Outras indicações de que um bombardeio de cometas podem ter causado a destruição de Sodoma e Gomorra estão em Gênesis 19:28. ”…viu, que a fumaça da terra subia, como a de uma fornalha.” Portanto, houve uma nuvem de fumaça que seria a consequência natural da explosão de um cometa batendo no solo. Um terremoto abriria apenas uma fissura no chão, não produziria uma nuvem alta, nem geraria os nódulos de enxofre presentes nas cinzas encontradas na área.
Até mesmo o impacto de um pequeno fragmento cósmico sobre Sodoma e Gomorra poderia liberar energia equivalente à explosão de várias bombas de hidrogênio e gerar uma nuvem em forma de cogumelo parecida com a das explosões nucleares. A Bíblia também usa a expressão “fumaça de uma fornalha” em Apocalipse 9:1-2, para descrever como uma estrela (corpo celestial – um cometa?) do céu cai sobre a terra e abre um grande buraco. Também diz que o céu escureceu e o sol foi obscurecido pela fumaça. Sem dúvida, esta parece à descrição do impacto explosivo de um cometa.
E quanto ao que aconteceu com a mulher de Ló, segundo narra Gênesis 19:26? A palavra hebraica traduzida como “sal” é “malach”, que pode significar “poeira”. Ou seja, ela foi  ”pulverizada”, seja como sal ou poeira. Ao olhar para trás, ela se tornou uma coluna de sal/poeira.
Sabe-se que o impacto de um cometa produz grandes quantidades de poeira. Depois de um impacto sobre o solo, geram fortes ventos que contém grãos de poeira superaquecidos que poderiam facilmente encobrir um ser humano. Assim, qualquer um que estivesse dentro do raio de alcance seria sufocado e coberto pela poeira quente que deve endurecer depois que esfria.
Há vestígios de uma situação parecida quando foram achados corpos totalmente cobertos por cinzas e poeira durante a erupção vulcânica que atingiu a cidade italiana de Pompéia, lembra o doutor Lewis.
Traduzido e adaptado de Acontecer Cristiano

sábado, 19 de maio de 2012

Conectado na Fonte


Quantas calorias você acha que um surfista perde a cada session? Já parou pra pensar em quanta energia é consumida enquanto surfamos?

Cara! É muita energia e geralmente só no damos conta quando chegamos ao limite máximo do nosso corpo. Adoecemos e temos a sensação de que não será  possível fazer nenhum movimento pelos próximos dez dias.

Hoje somos algo em torno de cinco milhões de homens e mulheres de todas as idades. Seres humanos que estão praticando esse esporte que, em uma hora, manda até 600 calorias para o espaço. Além disso, aumenta em até 85% a capacidade cardiorrespiratória e fortalece os músculos do braço e tórax. Isso sem falar numa super melhora do equilíbrio.

Surfar é sem dúvida uma das melhores coisas que podemos fazer nessa vida! Mas voltando ao assunto...sem energia não rola atividade nenhuma...surfar nem se fala!  Nosso corpo precisa estar bem alimentado para suportar toda pressão que sofre quando estamos sobre a prancha remando contra a correnteza e fazendo as manobras.

Refletindo sobre esse tema, me peguei lembrando de nossa vida espiritual... as vezes esquecemos que existe o lado espiritual da parada! C.S Lewis certa vez falou: “Você não tem alma. Você é alma. Você tem um corpo.” Assim sendo, como desejar ter uma vida cheia de energia e vive-la abundantemente se ignorarmos a necessidade do alimento para a alma?

Muita vezes estamos tão abatidos da correria e lutas do dia a dia que só pensamos em fechar os olhos e apagar para a vida. Cansaço físico? Sim! Espiritual? Sim! O desgaste de ambos nos leva a pedir socorro. Mas pedir socorro a quem? Ao parar para descansar a matéria, reflita sobre o que nos ensina o livro da vida:

Vinde a mim, todos os que estais cansados e oprimidos, e eu vos aliviarei.Mateus 11:28

Vinde, e ouvi, todos os que temeis a Deus, e eu contarei o que ele tem feito à minha alma.Salmos 66:16

Arrependei-vos, pois, e convertei-vos, para que sejam apagados os vossos pecados, e venham assim os tempos do refrigério pela presença do Senhor,Atos 3:19

Deitar-me faz em verdes pastos, guia-me mansamente a águas tranqüilas.Salmos 23:2

Onde você tem buscado descanso nos dias de total esgotamento e cansaço da sua alma? Saibamos que poderemos buscar em toda parte, mas só em Deus nossa alma descansará verdadeiramente. Essa é a verdadeira Paz do Senhor.

Por Marquito Santos