sexta-feira, 10 de maio de 2013



Mas que Evangelho é esse?

Precisamos voltar ao antigo evangelho, o evangelho da cruz

Fonte: Guiame


cruzO apóstolo Paulo escreveu a carta aos Gálatas para condenar um falso evangelho que estava sendo pregado.
Um evangelho que destaca a obra do homem e não o sacrifício cabal de Cristo. 
Um evangelho que requer a cooperação do homem na salvação e nega a suficiência da graça de Deus. 
Um evangelho que aparenta piedade, mas desprovido de poder. 
Um evangelho que faz bem ao orgulho humano, mas não transforma o pecador. 
Um outro evangelho e não o evangelho puro. Um falso evangelho e não o verdadeiro e único evangelho de Cristo.
Precisamos voltar ao antigo evangelho, ao único evangelho, o evangelho da cruz, que anuncia Cristo, e este crucificado!
- Hernandes Dias Lopes

quinta-feira, 9 de maio de 2013


A firmeza que eu quero e preciso

Daniel teve que deixar a sua terra, mas não deixou sua convicção em Deus. Daniel estava na Babilônia, mas não deixou que a Babilônia estivesse nele

Fonte: Guiame
jovem orando
Dentre os personagens do Velho Testamento, um me chama a atenção por sua firmeza em Deus durante sua juventude, é Daniel.
 
Sua boa aparência e alto nível cultural foram alguns dos requisitos que fizeram com que, ainda jovem, fosse escolhido para servir no palácio do rei Nabucodonosor. 
 
Lá ele teve que aprender a língua e a cultura dos babilônios. Uma das características da Babilônia era a idolatria. O que será que foi ensinado a Daniel durante esse tempo de preparo? Com certeza, ensinos contrários aos princípios cristãos que seguia. 
 
Mesmo sendo obrigado a estar lá, Daniel decidiu manter-se firme à sua fé, decidiu que não comeria dos manjares do rei para que não se contaminasse, sendo assim ele passou a se alimentar apenas de legumes e água. Isso aconteceu porque primeiro ele não permitiu que seu coração fosse contaminado por aquela cultura.
 
Quantos ensinamentos hoje vão em caminhos totalmente contrários à Palavra de Deus? Quantas filosofias baratas tentam distorcê-la? Quantos mestres e autoridades tentam anular sua veracidade?
 
Para os ‘novos valores’ da nossa sociedade, os princípios bíblicos são ultrapassados. A moda é tentar calar o Evangelho fazendo com que cada um de nós faça parte dessa Babilônia. 
 
Daniel teve que deixar a sua terra, mas não deixou sua convicção em Deus. Daniel estava na Babilônia, mas não deixou que a Babilônia estivesse nele.
 
Eu estou no mundo, mas o mundo não está mais em mim. Essa é a firmeza que eu quero e preciso. 
 
Eu e você fomos chamados para sermos Daniel aqui. Então, mesmo que sejamos pressionados, nossos valores não serão negociados e nem nossos corações contaminados.
 
 
- Juliana Simioni

quarta-feira, 8 de maio de 2013


A Igreja precisa exercer sua voz profética

Jamais construiremos uma grande nação, fazendo da sodomia o alicerce de sustentação da família

Fonte: Guiame


adoraçãoA grandeza de uma nação é medida pelos valores morais que a sustentam. Jamais construiremos uma grande nação, fazendo da sodomia o alicerce de sustentação da família. 
 
Jamais construiremos uma nação pujante pervertendo a mente das nossas crianças com aberrações e distorções sexuais grotescas como ensinam algumas cartilhas distribuídas em escolas públicas. 
 
Jamais construiremos uma nação poderosa se nossas autoridades lutam pela aprovação do aborto, incentivando a cultura da morte, onde um milhão de bebês são mortos com requinte de crueldade, todos os anos, no patíbulo do ventre materno.
 
Jamais construiremos uma nação abençoada se ainda hoje, em algumas tribos indígenas brasileiras é sabido que crianças são enterradas vivas porque nascem com algum defeito físico, e isso, por causa da omissão incompreensível do Estado.
 
Jamais construiremos uma nação forte apenas com riquezas materiais ou progresso científico. 
 
O nosso povo precisa não apenas de informação, mas também e sobretudo, de transformação. Se não colocarmos o pé no freio e se não nos arrependermos dos nossos erros gritantes, entraremos numa rota de colisão e faremos uma corrida acelerada rumo ao desastre. 
 
Os grandes impérios no passado caíram porque estavam podres por dentro. 
 
Nossas autoridades precisam entender que são ministros de Deus para a promoção do bem e coibição do mal. E a igreja cristã precisa exercer sua voz profética, orando pelas autoridades constituídas e clamando contra o mal, ainda que isso lhe custe o desconforto da incompreensão ou até mesmo a dor da perseguição.
 
 
- Hernandes Dias Lopes
 
 

domingo, 5 de maio de 2013


Filipenses 1:15-18 e a banalização do Evangelho

Tenho certeza que Paulo jamais se regozijaria com “cristãos” anunciando o Evangelho por motivos escusos, em busca de poder, popularidade e dinheiro

Fonte: Guiame


evangelhoUm amigo no Twitter me perguntou se Filipenses 1:18 não justificaria o evangelho gospel e o show gospel. Acho que ele tinha em mente o festival gospel na Globo e a hipotética novela da Globo com uma heroína evangélica.
 
Para quem não lembra, Paulo diz o seguinte em Filipenses 1:15-18:
 
“Alguns, efetivamente, proclamam a Cristo por inveja e porfia; outros, porém, o fazem de boa vontade; estes, por amor, sabendo que estou incumbido da defesa do evangelho; aqueles, contudo, pregam a Cristo, por discórdia, insinceramente, julgando suscitar tribulação às minhas cadeias. Todavia, que importa? Uma vez que Cristo, de qualquer modo, está sendo pregado, quer por pretexto, quer por verdade, também com isto me regozijo, sim, sempre me regozijarei” (Fp 1:15-18).
 
A interpretação popular desta passagem, especialmente desta frase de Paulo no verso 18, “Todavia, que importa? Uma vez que Cristo, de qualquer modo, está sendo pregado, quer por pretexto, quer por verdade, também com isto me regozijo, sim, sempre me regozijarei” – é que para o apóstolo o importante era que o Evangelho fosse pregado, não importando o motivo e nem o método. A conclusão, portanto, é que podemos e devemos usar de todos os recursos, métodos, meios, estratégias, pessoas – não importando a motivação delas – para pregarmos a Jesus Cristo. E que, em decorrência, não podemos criticar, condenar ou julgar ninguém que esteja falando de Cristo e muito menos suas intenções e metodologia. Vale tudo.
 
Então, tá. Mas, peraí... em que circunstâncias Paulo disse estas palavras? Se não me engano, Paulo estava preso em Roma quando escreveu esta carta aos filipenses. Ele estava sendo acusado pelos judeus de ser um rebelde, um pervertedor da ordem pública, que proclamava outro imperador além de César.
 
Quando os judeus que acusavam Paulo eram convocados diante das autoridades romanas para explicar estas acusações que traziam contra ele, eles diziam alguma coisa parecida com isto: “Senhor juiz, este homem Paulo vem espalhando por todo lugar que este Jesus de Nazaré é o Filho de Deus, que nasceu de uma virgem, que morreu pelos nossos pecados e ressuscitou ao terceiro dia, e que está assentado a direita de Deus, tendo se tornado Senhor de tudo e de todos. Diz também que este Senhor perdoa e salva todos aqueles que creem nele, sem as obras da lei. Senhor juiz, isto é um ataque direto ao imperador, pois somente César é Senhor. Este homem é digno de morte!”
 
Ao fazer estas acusações, os judeus, nas próprias palavras de Paulo, “proclamavam a Cristo por inveja e porfia... por discórdia, insinceramente, julgando suscitar tribulação às minhas cadeias” (verso 17).
 
Ou seja, Paulo está se regozijando porque os seus acusadores, ao final, no propósito de matá-lo, terminavam anunciando o Evangelho de Cristo aos magistrados e autoridades romanos.
 
Disto aqui vai uma looooonga distância em tentar usar esta passagem para justificar que cristãos, num país onde são livres para pregar, usem de meios mundanos, escusos, de alianças com ímpios e de estratégias no mínimo polêmicas para anunciar a Cristo. Tenho certeza que Paulo jamais se regozijaria com “cristãos” anunciando o Evangelho por motivos escusos, em busca de poder, popularidade e dinheiro, pois ele mesmo disse:
 
“Porque nós não estamos, como tantos outros, mercadejando a palavra de Deus; antes, em Cristo é que falamos na presença de Deus, com sinceridade e da parte do próprio Deus” (2Co 2:17).
 
“Pelo que, tendo este ministério, segundo a misericórdia que nos foi feita, não desfalecemos; pelo contrário, rejeitamos as coisas que, por vergonhosas, se ocultam, não andando com astúcia, nem adulterando a palavra de Deus; antes, nos recomendamos à consciência de todo homem, na presença de Deus, pela manifestação da verdade” (2Co 4:1-2).
 
“Ora, o intuito da presente admoestação visa ao amor que procede de coração puro, e de consciência boa, e de fé sem hipocrisia. Desviando-se algumas pessoas destas coisas, perderam-se em loquacidade frívola, pretendendo passar por mestres da lei, não compreendendo, todavia, nem o que dizem, nem os assuntos sobre os quais fazem ousadas asseverações” (1Ti 1:5-7).
 
“Se alguém ensina outra doutrina e não concorda com as sãs palavras de nosso Senhor Jesus Cristo e com o ensino segundo a piedade, é enfatuado, nada entende, mas tem mania por questões e contendas de palavras, de que nascem inveja, provocação, difamações, suspeitas malignas, altercações sem fim, por homens cuja mente é pervertida e privados da verdade, supondo que a piedade é fonte de lucro” (1Ti 6:3-5).
 
“Eu, irmãos, quando fui ter convosco, anunciando-vos o testemunho de Deus, não o fiz com ostentação de linguagem ou de sabedoria. Porque decidi nada saber entre vós, senão a Jesus Cristo e este crucificado. E foi em fraqueza, temor e grande tremor que eu estive entre vós. A minha palavra e a minha pregação não consistiram em linguagem persuasiva de sabedoria, mas em demonstração do Espírito e de poder, para que a vossa fé não se apoiasse em sabedoria humana, e sim no poder de Deus” (1Co 2:1-5).
 
Portanto, usar Filipenses 1:18 para justificar esta banalização pública do Evangelho é usar texto fora do contexto como pretexto.
 
 
- Augustus Nicodemus
via Facebook